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Ministério Público manda investigar suspeita de transfobia contra advogada na Prefeitura de Rio Preto

Profissional denunciou tratamento desrespeitoso durante ligação telefônica com a Procuradoria-Geral do Município; gravações deverão auxiliar na apuraç

Ministério Público manda investigar suspeita de transfobia contra advogada na Prefeitura de Rio Preto
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O Ministério Público de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, determinou a abertura de um inquérito policial para investigar uma suspeita de transfobia envolvendo uma funcionária do gabinete da Procuradoria-Geral do Município (PGM).

Segundo informações divulgadas pelo Diário da Região, a denúncia foi apresentada pela advogada Bruna Isis da Silva Barbosa, que relatou ter sido tratada de maneira desrespeitosa durante um atendimento telefônico realizado com o órgão municipal.

De acordo com o relato da profissional, a funcionária teria adotado uma postura de deboche durante a conversa, situação que motivou a denúncia e a solicitação de apuração da conduta.

GRAVAÇÕES DE CONVERSA INTEGRAM DENÚNCIA

Conforme informações da imprensa regional, gravações de áudio da ligação foram obtidas pela reportagem e poderão contribuir para o esclarecimento do episódio.

A advogada considerou a maneira como foi tratada inadequada e ofensiva à sua identidade de gênero.

A Procuradoria-Geral do Município é o órgão responsável pela representação jurídica e pelo assessoramento da administração municipal.

MINISTÉRIO PÚBLICO DETERMINOU INVESTIGAÇÃO

Diante da denúncia, o Ministério Público determinou a instauração de um inquérito policial para apurar se houve prática discriminatória durante o atendimento.

A investigação deverá esclarecer as circunstâncias da conversa, analisar os elementos apresentados e verificar a eventual responsabilidade da funcionária mencionada.

Até o momento, a existência da investigação não representa uma conclusão de que o crime tenha ocorrido. A apuração deverá determinar se houve conduta discriminatória e quais providências legais são cabíveis.

Não foi possível confirmar, nas informações consultadas, eventual manifestação da Prefeitura de São José do Rio Preto ou da funcionária envolvida sobre a denúncia.

FONTE/CRÉDITOS: Diário da Região / Rio Preto em Pauta.

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