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Polícia Ambiental usa satélites e drones para combater avanço das queimadas no Noroeste Paulista

Região registra aumento de 25% nos incêndios em 2026; em São José do Rio Preto, alta chega a 40% em comparação ao ano passado

Polícia Ambiental usa satélites e drones para combater avanço das queimadas no Noroeste Paulista
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O avanço das queimadas antes mesmo do período mais severo de estiagem acendeu o sinal de alerta no Noroeste Paulista. De janeiro até o fim de maio de 2026, o Corpo de Bombeiros já contabilizou 824 ocorrências de incêndio na região, o que representa um aumento de 25% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram anotados 659 registros.

O cenário é ainda mais preocupante em São José do Rio Preto (SP), onde a alta de incêndios atinge 40%. Nos primeiros cinco meses deste ano, o município registrou 320 queimadas, contra 229 flagrantes no mesmo intervalo de 2025. A maior parte do fogo se concentra em áreas de vegetação natural.

Para tentar frear o avanço das chamas e identificar os causadores dos danos ambientais, a Polícia Militar Ambiental passou a apostar em tecnologia de ponta, utilizando drones com câmeras térmicas e monitoramento via satélite durante o patrulhamento.

Nesta semana, as equipes intensificaram as vistorias em áreas consideradas de alto risco de incêndio. Além do monitoramento local, a corporação utiliza imagens de satélites para rastrear, em tempo real, as cicatrizes das queimadas na região e cruzar dados com os mapas de áreas protegidas.

A Polícia Ambiental reforça que provocar incêndios, além dos graves prejuízos à saúde pública e à qualidade do ar, é considerado crime ambiental. Com o início da estação seca, a queima de entulhos, folhas ou lixo em terrenos urbanos e rurais deve ser totalmente evitada.

FONTE/CRÉDITOS: G1 Rio Preto e Araçatuba

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