A Rádio que é Tudo de Bom!

Justiça

Garçom de 60 anos é agredido por grupo de jovens em Valparaíso em caso suspeito de homofobia

Vítima sofreu golpes na cabeça, precisou de atendimento médico e caso foi registrado como tentativa de homicídio; Polícia Civil investiga

Garçom de 60 anos é agredido por grupo de jovens em Valparaíso em caso suspeito de homofobia
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

Um garçom de 60 anos foi agredido por um grupo de jovens em Valparaíso, no interior de São Paulo, em um caso que pode ter motivação homofóbica.

A violência aconteceu no último sábado, dia 30 de agosto, na região central da cidade. A vítima, identificada como Helzio Ramos Borges, ficou com vários hematomas na cabeça.

Um vídeo gravado por uma pessoa que estava no local mostra o momento em que o garçom é abordado pelos suspeitos.

Segundo a Polícia Civil, as agressões teriam começado depois que um dos jovens interpretou que Helzio estaria tentando paquerá-lo. Na sequência, o garçom foi cercado pelo grupo e atingido com golpes na cabeça.

A vítima contou que não havia feito nenhum gesto com essa intenção e afirmou que sequer conhecia o suspeito.

Helzio também relatou que caiu no chão durante as agressões e, mesmo assim, continuou sendo golpeado. A violência só teria sido interrompida depois que pessoas que estavam nas proximidades intervieram e contiveram o grupo.

As imagens ajudaram a polícia na identificação de alguns dos jovens envolvidos. Durante os depoimentos, alguns deles afirmaram que apenas um dos investigados teria praticado as agressões e que os demais tentaram interromper a confusão.

O garçom trabalha em festas, em um restaurante e também em uma feira de Valparaíso.

Após o ataque, ele recebeu atendimento na Santa Casa de Valparaíso e posteriormente no Hospital Estadual de Mirandópolis, onde passou por duas ressonâncias.

O caso ganhou repercussão depois que as imagens da agressão foram divulgadas. Moradores da cidade se manifestaram em apoio à vítima e pediram justiça.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso, que foi registrado inicialmente como tentativa de homicídio.

Até a última atualização da reportagem, o nome do principal suspeito não havia sido divulgado e não havia informação sobre prisão.

As investigações continuam para esclarecer a dinâmica da agressão, a participação de cada envolvido e a possível motivação homofóbica.

FONTE/CRÉDITOS: G1 Rio Preto e Araçatuba / TV TEM.

Veja também