O advogado-geral da União, Jorge Messias, reforçou a preparação para enfrentar temas que devem surgir durante sua sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, na quarta-feira (29).
A resistência do núcleo mais alinhado a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está consolidada. A estratégia do Planalto, então, é deixar de lado as articulações em bloco e colocar suas principais liderança para avançar com conversas individuais.
Essa articulação tem sido conduzida principalmente pelos líderes no Senado, os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP).
O ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães, não deve participar diretamente nesta reta final, embora mantenha conversas frequentes com a cúpula do Senado.
Para reforçar a articulação, o governo também mobilizou ministros. Wellington Dias (Desenvolvimento Social), por exemplo, vai deixar a Esplanada para ajudar na votação de Messias no Senado. Ele deve se afastar do governo na terça-feira (28), véspera da sabatina.